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10 de novembro de 2011

Os Anti Papas e s Igreja

Os Antipapas e a Igreja
Fonte: Site Montfort

Muitos imperadores ou reis, mesmo sabendo que havia um Papa verdadeiro em Roma, elegiam ANTI-PAPAS paralelamente em outros países, como exemplo a França e Alemanha. Estes Anti-Papas sim, cometeram algumas imoralidades de si mesmo, que os protestantes convenientemente tentam atribuir aos legítimos Papas da Igreja.
 
Mas, isto só depõe contra o protestantismo, que com suas velhacarias, fomenta a confusão para rapinar na ignorância.
 
Lista dos Antipapas

ANTI-PAPASPAPAS NO PERÍODO
Hipólito ( 217-235 )São Calisto ( 217-222 )
Novaciano ( 251 )São Cornélio ( 251-253 )
Félix II ( 355-365 )São Libério ( 352-366 )
Ursino ( 366=367)São Dâmaso I ( 366-384 )
Eulálio ( 418-419 )São Bonifácio I ( 418-422 )
Lourenço ( 498-505 )São Símaco ( 498-514 )
Dióscoro ( 530 )Bonifácio II ( 530-532 )
Teodoro ( 687 ) (Teododoro ?)Cónon ( 686-687 )
Pascoal ( 687-692 )Cónon ( 686-687 )
Constantino II ( 767-768 )São Paulo I ( 757-767 )
Filipe ( 768 )São Paulo I ( 757-767 )
João ( 844 )Gregório IV ( 827-844)
Anastácio ( 855 )São Leão IV ( 847-855 )
Cristóvão ( 903-904 )Leão V ( 903 ) e Sérgio III ( 904-911 )
Bonifácio VII ( 974 )Bento VI ( 973-974 )
João XVI ( 997-998 )Gregório V ( 996-999 )
Gregório ( 1012 )Bento VIII ( 1012-1024 )
Bento X ( 1058 )Estevão IX (X) ( 1057-1058 )
Honório II ( 1061-1072 )Alexandre II ( 1061-1073 )

Clemente III
( 1080 e 1084-1100)
São Gregório VII ( 1073-1085 )
B. Vitor III ( 1083-1087 )
B. Urbano II ( 1088-1099 )
e Pascoal II ( 1099-1118 )
Teodorico ( 1100-1102 )Pascoal II ( 1099-1118 )
Alberto ( 1102 )Pascoal II ( 1099-1118 )
Silvestre IV ( 1105-1111 )Pascoal II ( 1099-1118 )
Gregório VIII ( 1118-1121 )Gelásio II ( 1118-1119 ) e Calisto II (1119-1124 )
Celestino II ( 1124 )Honório II (1124-1130 )
Anacleto II ( 1130-1138 )Inocêncio II (1130-1143 )
Vitor IV ( 1138 )Inocêncio II (1130-1143 )
Vitor IV ( 1159-1164 )Alexandre III ( 1159-1181 )
Pascoal III ( 1164-1168 )Alexandre III ( 1159-1181 )
Calisto III ( 1168-1178 )Alexandre III ( 1159-1181 )
Inocêncio III ( 1179-1180 )Alexandre III ( 1159-1181 )
Nicolau V ( 1328-1330 )João XXII ( 1316-1334 )
Clemente VII ( 1378-1394 )Gregório XII ( 1406-1417 )
Bento XIII ( 1394-1423 )Gregório XII ( 1406-1417 )
Alexandre V ( 1409-1410 ) Gregório XII ( 1406-1417 )
João XXIII ( 1410-1415 )Gregório XII ( 1406-1417 )
Felix V ( 1439-1449 )Eugênio IV ( 1431-1447 ) e Nicolau V (1447-1455)

30 de outubro de 2011

AS IMAGENS NA IGREJA CATÓLICA

Tanto no Êxodo como no Deuteronômio, a proibição de imagens refere-se à imagem dos deuses estrangeiros e não de qualquer espécie de desenho, pintura ou escultura. Trata-se de ídolos e de figuras de deuses falsos que tomavam formas de pessoas, animais, astros, etc. Tanto é assim que o mesmo Deus mandou Moisés fazer uma serpente de bronze, que foi colocada num suporte e, vendo-a, os hebreus ficavam curados de suas feridas. Esta imagem da serpente era prefigurativa de Jesus pregado na cruz: "Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que todo o homem que nele crer, tenha a vida eterna" (Jo III,14s). Além disso, Deus determinou a Moisés fazer dois querubins para cobrirem o propiciatório: Êx XXV, 18s.

Salomão, quando construiu o templo, mandou fazer também querubins e outras figuras várias, entre as quais leões e bois: I Re VII, 29. Nem por isso o templo foi do desagrado de Deus. As proibições impostas por Deus destinavam-se a proteger o pequeno povo de Israel, cercado de tantos povos idólatras e ele mesmo propenso à idolatria, do perigo dessa idolatria. Uma coisa é imagem, outra é ídolo. O mesmo Deus que proibiu fazer imagens (de ídolos) mandou fazer imagens (não de ídolos), como a serpente de bronze, os querubins.

Qualificar de superstição e hipocrisia os ornamentos de Igrejas ou quadros e imagens de santos, pode ser ignorância, quando não for maldade ou impiedade. O culto das imagens sempre teve inimigos na história, fato que ainda persiste em nossos dias. Não percebem (ou não querem perceber) que imagem só podemos fazer de pessoas visíveis, como de Nosso Senhor, de Nossa Senhora, dos Anjos, dos Santos Apóstolos, etc. Não trata-se da adoração ou culto da imagem pela imagem, ou que possuam poder sobrenatural ou maravilhoso, o que seria superstição e idolatria. Veneramos uma imagem sacra mostrando nosso afeto à pessoa por ela representada, assim como temos amor ao retrato de pessoas queridas, onde o papel em que é feito não diz absolutamente nada, mas sim o que ele representa, ou seja, a imagem dos pais, de um irmão, de um ente que já se foi.

A veneração das imagens é antiquíssima na Igreja e de origem apostólica. São valores artísticos que elevam a alma das pessoas às práticas das virtudes e da piedade.

A Igreja Católica, nos concílios de Nicéia e Trento, aprovou e recomendou o culto das imagens. A doutrina da Igreja, sobre as imagens e o respectivo culto, está resumida nos seguintes pontos:

1. As imagens não são ídolos, a que os fiéis devam render homenagem. Imagem nenhuma possui um poder oculto ou latente, em virtude do qual se lhe deva prestar culto e veneração.

2. É proibido fazer petições às imagens e nelas depositar uma confiança como se fossem doadores de graças e benefícios. A imagem deve ser para o católico um meio, um instrumento, que lhe facilite elevar os pensamentos acima desta terra, às coisas sobrenaturais e divinas.

3. A veneração, o respeito que se tem às imagens, tem por objeto, não a imagem como tal, mas a pessoa por ela representada, isto é, Nosso Senhor Jesus Cristo, sua Santa Mãe e os Santos. A imagem não é nada mais que imagem, que nos lembra os benefícios que Deus dá à criatura humana; lembra-nos o poder dos Santos, como amigos de Deus e suas virtudes, que devemos imitar. Nada, pois, tem o culto das imagens com idolatria ou superstição.

*************

No ano de 725, São Germano opôs-se com toda a sua energia contra essa perseguição sacrílega, perpetrada pelo Imperador de Constantinopla, Leão - o Isaurio, que ao assumir o trono declarou publicamente proteger a fé católica, o que, aliás não cumpriu, pois naquele ano iniciou campanha contra o culto das imagens.

A luta tomou feições muito sérias. São Germano defendeu, no púlpito e em escritos, a doutrina sobre o culto das imagens. Em conferências particulares que teve com o Imperador, mostrou a este a inconveniência e a criminalidade daquele proceder. Não conseguiu, porém, mudar as idéias do iconoclasta. Quando, em 730, Leão exigiu de São Germano a assinatura de um decreto que determinava a destruição das imagens sacras, o Santo declarou: "Senhor, tomar uma medida contra a fé, é-me impossível". Esta profissão de fé acarretou ao octogenário, não só o ódio do Imperador, mas a expulsão de Constantinopla, em condições mui humilhantes, tendo que retirar-se para Platino.

Em defesa das imagens, São Germano opôs resistência tenacíssima aos iconoclastas, negando-se peremptoriamente a assinar uma proibição imperial, que tinha por objeto o fim do culto das imagens e sua conseqüente destruição. Ainda hoje, a Igreja sofre tais ataques sistematicamente articulados com a finalidade de atingir a Igreja de Cristo. As portas do inferno não tem poder de prevalecer contra Ela.

CONCLUSÃO

Os católicos não devem se deixar levar por conceitos errôneos a respeito das imagens, que nada mais são do que meras representações elaboradas por hábeis artistas. Devemos saber discernir o abismo que separa a IMAGEM do ÍDOLO. Recorrendo às Escrituras constaremos que nós mesmos, os seres humanos, fomos feitos à IMAGEM e semelhança de Deus, portanto, o Criador foi quem criou a primeira IMAGEM de si próprio. Isto para nos lembrar que, por pior que seja o nosso semelhante, devemos ver nele a IMAGEM do próprio Deus.

Representações idólatras em diversas formas como: figas, patuás, pés-de-coelho, pirâmides, etc..., sutilmente propaladas como objetos para uso em simpatias ou superstições inofensivas, devem ser combatidas com veemência, já que imprimem influências extremamente comprometedoras à salvação da alma. A adoração ou uso destes amuletos, mesmo em decorrência de modismos ingenuamente sutis, ofendem muito a Nosso Senhor, pois que toda a nossa confiança deve estar concentrada no poder de Deus. Quem cultua, pratica ou difunde a adoração destes objetos, sem dúvida, prestará contas no dia do Juízo.

O homem em sua vida sensitiva, muito depende das coisas que o rodeiam. Como o cristão prudente e sincero procura afastar de si todas as más influências, com prazer se inclinará a tudo que em sua alma for capaz de produzir boas impressões e elevá-las a Deus e às coisas santas. É este o motivo porque a Igreja orna o interior dos templos com belos quadros e imagens de santos. O Aspecto destas coisas desperta na alma pensamentos salutares, o desejo de imitar o exemplo da virtude daqueles que se santificaram na lei de Deus.

21 de maio de 2011

VENERAÇÃO DE IMAGENS

ACUSAÇÃO: Os católicos praticam a idolatria, fazendo e adorando imagens, o que Deus, proíbe na Bíblia, dizendo; "Não farás para ti escultura alguma do que está em cima nos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra"( Ex 20,4).

RESPOSTA: O mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança ( Ex 25,18-20 ). Manda-lhe, também fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas ( Num 21,8-9 ). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões ( I Reis 6,23-35 e 7,29 ), etc.

Seria uma grave blasfêmia desses "crentes" considerar Deus como incoerente, já que num lugar da Bíblia manda fazer imagens, esquecido que no outro lugar o teria proibido! Ora, os primeiros cristãos martirizados aos milhares porque se recusaram a adorar imagens de deuses falsos, estudaram a Bíblia com mais atenção e respeito. Eles não tiravam esses trechos proibitivos de seu contexto e, comparando-os com outros, ficaram convencidos de que Deus proíbe apenas fazer imagens de deuses falsos, e adorá-los, ¾ como o faziam os vizinhos pagãos, ¾ mas Ele não proíbe fazer outras imagens.

Eis o verdadeiro sentido desta proibição bíblica, no seu contexto: "Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura alguma do que (daqueles deuses, que na errada imaginação dos pagãos) está em cima nos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles e não lhes prestarás culto, (à imitação dos pagãos) ( Ex 20,2-5). Esta proibição, intencionada por Deus, repete-se em vários lugares da Bíblia, como por ex. "Não adores nenhum outro deus"( Ex 34,14 ) ou "Não farás para ti deuses fundidos"( Ex 34,17).

Por isso os primeiros cristãos pintaram nas catacumbas muitas imagens das cenas bíblicas do Antigo e Novo Testamento e legaram, para a veneração dos séculos posteriores, as imagens de Cristo-Sofredor, na toalha de verônica, e no sudário sepulcral, guardado em Turim, na Itália.

Alguns santos dos primeiros séculos afirmavam que as imagens da Bíblia, da Via Sacra, de Jesus crucificado e dos Santos são o único "livro" que também os pobres e analfabetos entendem e aproveitam. Isso vale, ainda hoje, para milhões de pessoas.

O sentido da veneração das imagens, segundo a tradição dos Apóstolos, está resumido nesta bênção de imagens do Ritual Católico:

"Deus eterno e todo-poderoso, não reprovais a escultura ou a pintura das imagens dos santos, para que à sua vista possamos meditar os seus exemplos e imitir as suas virtudes. Nós pedimos que abençoeis e santifiquei esta(s) imagem (s), feita (s) para recordar e honrar o vosso Filho Unigênito e nosso Senhor Jesus Cristo ( ou: o (s) Santo (s) NN. Concedei a todos os que diante dela (s) desejarem venerar e glorificar o vosso Filho Unigênito ( ou: o (s) Santo (s) NN), que por seus merecimentos e intercessão, alcancem no presente a vossa graça e, no futuro, a glória eterna. Por Cristo, nosso Senhor Amém".


 
As Imagens, Por quê?

O culto às imagens hoje em dia é muito discutida. As igrejas protestantes dizem se tratar de idolatria.

Vejamos:

O livro do Êxodo proíbe aos israelitas a confecção de imagens. Por quê?
Porque poderiam dar a oportunidade dos israelitas imitarem os povos pagãos. Mas essa proibição não era de tudo. Deus mesmo mandou a confecção de Imagens.

Não acredita, vejamos:

EX 25,17-22: "Igualmente farás um propiciatório, de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim numa extremidade e outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com suas asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca; e dentro da arca porás o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e de cima do propiciatório, do meio dos dos querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei contigo a respeito de tudo o que eu te ordenar no tocante aos filhos de Israel."

É Deus mandou a construção de dois querubins... Por isso a Bíblia costuma dizer que "Javé está sentado sobre os querubins" (cf 1sm 4,4; 2Sm 6,2; Rs 10,15; Sl 79,2; 98,1). Existem outras leituras que eu aconselho a fazer para um melhor esclarecimento.

Abaixo vão as leituras e uma breve descrição: 1 Rs 6,23-28: O texto menciona os querubins postos junto à Arca da Aliança no Templo de Salomão.
1Rs 6,29s: As paredes do Templo de Salomão foram revestidas de imagens de querubins.
Nm 21,4-9: O Senhor Deus mandou confeccionar a serpente de bronze para curar o povo mordido por serpentes.
1Rs 7,23-26: O mar de bronze colocado à entrada do palácio de Salomão era sustentado por 12 bois de metal.
1Rs 7,28s: Havia entre os ornamentos do palácio de Salomão imagens de leões, touros e querubins.

Os próprios judeus compreenderam que a proibição de fazer imagens era condicionada por circunstâncias transitórios, de modo que aos poucos foram introduzindo o uso de imagens nas suas sinagogas.

Vide o caso, por exemplo, da famosa sinagoga de Dura-Êuropos, na Babilônia, na qual estavam representados Moisés diante da sarça ardente, o sacrifício de Abraão, a saída do Egito e a visão de Ezequiel.

Já é o suficiente???? Não, então tem mais....

Pelo ministério da Encarnação, sabemos que Deus quis dirigir-se aos homens por meio da figura humana de Jesus, o Messias. Este, por sua vez, quis ilustrar as realidades invisíveis através de imagens, inspiradas pelas coisas visíveis: assim, utilizou parábolas e alegorias que se referiam aos lírios do campo, à figueira, aos pássaros do céu, ao bom pastor, à mulher que perdeu sua moeda, ao filho pródigo... Mais: a evolução dos povos, que foram aprimorando sua cultura, tornou menos sedutora a prática da idolatria.

Isso tudo fez com que os cristãos compreendessem que a proibição de fazer imagens já cumprira seu papel junto ao povo de Israel; doravante prevaleceria a pedagogia divina exercitada na Encarnação, que levava os homens a passar das coisas visíveis ao amor pelas invisíveis.

A meditação acerca das fases da vida de Jesus e a representação artística das mesmas tornaram-se recursos através dos quais, o povo fiel procurou se aproximar do Filho de Deus. Em conseqüência, os antigos cemitérios cristãos (catacumbas) foram decorados com diversos afrescos, geralmente inspirados em textos bíblicos: Noé salvo das águas do dilúvio, os três jovens na fornalha cantando, Daniel na cova dos leões, os pães e os peixes restantes da multiplicação feita por Jesus, o Peixe - Ichthys -, que simbolizava o Cristo...

Nas igrejas, as imagens tornaram-se a Bíblia dos iletrados, dos simples e das crianças, exercendo função pedagógica de grande alcance. É o que notaram alguns escritores cristãos antigos: "O desenho mudo sabe falar sobre as paredes das igrejas e ajuda grandemente" (São Gregório de Nissa, século IV).

Brigas na casa de Deus!!! Nos séculos VIII e IX, verificou-se na Igreja uma disputa em torno do uso das imagens - a luta iconoclasta. Por influência do judaísmo, do islamismo, de seitas e de antigas heresias cristológicas, muitos cristãos do Oriente puseram-se a negar a legitimidade do culto das imagens. Os imperadores bizantinos tomaram parte na querela, mais por motivos políticos do que por razões religiosas.

A controvérsia foi levada ao Concílio de Nicéia II (787); este, com base nos raciocínios de grandes teólogos como São João Damasceno, reafirmou a validade do culto das imagens; culto de veneração, e não de adoração, é preciso ressaltar. O culto das imagens é, portanto, relativo; só se explica na medida em que é tributado indiretamente àqueles representados pelas mesmas...

Pe. Vicente, SVD
fonte: puc-pr 

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